Minhas memórias estão pulando pra dentro do meu peito. Minhas frases já não são mais de efeito, tenho tido um pouco de medo. Apesar de toda a felicidade que passo no momento o meu mundo está em conflito. Quantos desejos e quantos beijos eu preciso pra sentir que a felicidade está do meu lado. Qual é a medida e qual é o peso? Tenho sonhado com gritos, tenho precisado gritar. Ontem assisti pela segunda vez Cazuza o filme e parece que redescobri a poesia. Senti que a tenho dentro de mim, assim, preciso de ar tanto quanto preciso dela.
Quem tem medo de ser poeta?
sábado, 27 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Há um incêndio sob a chuva rala
O mundo está com os dias completamente cheios. É natal e o espírito das festas chegou. A luz que brilha ainda sob o efeito da Musa me ofusca. Então quando você chama o meu nome eu fico sem saber o que fazer. Eu gosto tanto de ouvir a sua voz. E me fecho inteiro como se eu fechasse os meus olhos e me colocasse em frente ao mundo inteiro. Tenho certeza que realmente essa vida é um grande mistério e estamos em um mundo totalmente submerso.
Quem está no centro da luz?
Quem está no centro da luz?
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Haverá paradeiro para o nosso desejo
Haverá paraíso em qualquer lugar onde haja a felicidade. É que o momento é propício. Sem saber que o desejo parte de mim, posso dizer que a beleza do momento acontece no já. A fina linha do presente que a cada momento se faz presente e que este momento seja a vida inteira. As flores que aparecem e brilham como um sol poente. Aquele minuto que é por muito tempo uma eternidade. Quem sabe no caminho as respostas venham surgindo e a verdade seja para sempre que não há respostas.
Que assim seja...
Que assim seja...
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
VOU LEVAR A MALA CHEIA DE ILUSÃO
E pra onde eu vou é um lugar diferente, vem comigo que eu te explico no caminho. Melhor seria se soubéssemos pra onde estamos indo, mas nem sempre é essa a realidade dos fatos. Pior seria se a vida não nos deixasse sobreviver. E agora que eu descobri a vida, estou sendo um pouco menos impulsivo e mais reflexivo, porém sei que vale a pena viver e sei que tudo tem seu preço. Meus medos se acabaram, pois sei que posso tudo. Entre mim e meus desejos agora sei que existe o tempo e que ele é implacável.
Que venha também!
Que venha também!
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
FOI ASSIM COMO VER O MAR
É que ontem eu tava meio diferente, mas hoje já sei que tudo mudou. Pelo que sei tudo deve ser diferente daqui pra frente. Ouço canções que me lembram como é bom ser feliz, ou quem sabe já sou. Perto de mim está tudo ok. Eu tenho passado dias ocupados e é apenas permanecer sóbrio e não ter que pensar em nada. Um dia eu desapareço só pra voltar com outras palavras.
Por mim mesmo.
Por mim mesmo.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
NEM QUERO PENSAR SE É CERTO QUERER
O que houve comigo nestes tempos, nem sei te dizer, mas posso talvez prever o seu futuro em minhas mãos. O quereres de mostrar que estamos sempre a fim de realizar os nossos sonhos. A minha vida tem sido um sonho real. Os meus desejos têm sido um pouco do que eu sonho e mesmo estando acordado preciso de um pouco de ar. Viver, quem sabe, é a realidade do momento. É neste momento que quero te dizer uma coisa.
É quando o vento dá...
É quando o vento dá...
domingo, 4 de maio de 2008
Quantas guerras terei de vencer por um pouco de paz?
E os meus braços estão abertos. Agora já não sei mais ao certo quais são as minhas expectativas de dizer que o meu desejo é uma vontade. E tenho dito que minhas realidades são as vistas que não tenho acreditado. Meus medos são anseios. Meus sonhos parecem que não sabem dançar. O elo que me une a música refaz os caminhos desfeitos por mim. Então minha música é sempre um pouco do reflexo no espelho.
Mas eu não sei dançar...
Mas eu não sei dançar...
terça-feira, 29 de abril de 2008
A vida inteira eu quis um verso simples

Nada mais me transforma tanto do que a própria transformação. Minhas memórias não são relatos simples de uma vivência comum. Quem na verdade é comum? Melhor seria saber se a realidade forma caracteres desfocados. Prefiro não tentar ler no misterioso livro do teu ser as verdades que nunca existiram. Nem ao menos as crenças das quais eu fundamentei minhas realidades são fatos sinceros. Melhor seria não falar tanto de mim e tentar descobrir o mundo que existe lá fora da minha existência. Que então eu vivo me perguntando como fazer pra ser e não ser. Não faço talvez objeções do que é plausível pra minha oferta de sobreviver, já não sei dizer.
Qual é o melhor caminho?
Qual é o melhor caminho?
segunda-feira, 21 de abril de 2008
A SOMBRA CONFIA AO VENTO O LIMITE DA ESPERA
Quem me dera se eu pudesse saber a verdade antes de saber que ela não existe. Mesmo querendo segredar meus sentimentos aquilo que reage em mim, me faz ser um pouco do que desejaria ser. Meus gestos frágeis, meu corpo mínimo, meus cansaços que tomam por ser tão incoerente quanto aos meus sentidos. Desejaria ter um momento só pra mim e neste momento dizer o que penso e o que sinto. Ao menos o universo pode realizar a sua rota pelo infindável cosmos.
De certa forma é um alívio.
De certa forma é um alívio.
sábado, 5 de abril de 2008
vem pra minha ala que hoje a nossa escola vai desfilar
Como posso saber que a vida é tão forte e não descubro sentido de viver. Estou soterrado neste mundinho pequeno e vão. Virei história e já não morri. Nem sei ao menos o que foi viver. O que foi que era vidro e se quebrou. Sinto que não vejo nada a mais. Quero fazer parte deste mundo. Quero ser um ser vivente. Quero saber da sua vida, da minha vida e da nossa vida. Vai, vem embora, volta. Mas antes descobre o que eles dizem por lá. Descobre que o mundo é azul e que o céu de Londres é cinza. Porém estamos debaixo deste mesmo céu. E isso me deixa feliz!
Quem sabe no ano que vem...
Quem sabe no ano que vem...
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